Os Tripes do Brasil
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Corynothrips stenopterus

Corynothrips stenopterus Williams, 1913: 210.

Referência original: Williams CB (1913) On two new species of Thysanoptera from the West Indies. Journal of Economic Biology 8: 209–215.

 

Família

Thripidae, Thripinae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Corynothrips_stenopterus

 

Diagnose

Corpo extensivamente amarelo; cabeça, pronoto e segmentos abdominais VIII–X castanhos, III–VII com marcas castanhas medialmente; pernas amarelas; segmentos antenais I–II castanhos, III escurecido; IV–VII extensivamente amarelos; asas anteriores claras com área castanha medialmente. Cabeça fortemente projetada à frente dos olhos, com dois pares de cerdas ocelares; par de cerdas ocelares III excepcionalmente longo e franjado no ápice. Antena com 9 segmentos, III & IV com cones sensoriais longos e bifurcados. Pronoto sem reticulação; dois pares de cerdas posteroangulares longas e franjadas; cerdas anteroangulares também longas e franjadas. Espínulas meso e metatorácicas bem desenvolvidas. Metanoto com reticulação poligonal; sensilas campaniformes ausentes; par de cerdas medianas pequeno, localizado atrás e afastado da margem anterior. Primeira venação das asas anteriores com fileira de cerdas incompleta, segunda venação sem cerdas. Terços laterais dos tergitos abdominais I–VIII com várias linhas transversais de esculturação com microtríquias; II–VI com um par de cerdas medianas curtas e distantes entre si. Esternitos sem cerdas discais, com três pares de cerdas marginais longas, par mediano à frente da margem posterior.

 

Macho não foi estudado.

 

Variação intraespecífica

Antena às vezes com 8 segmentos.

 

Informações do gênero e espécies similares

Esse gênero é composto por três espécies, todas descritas dos Neotrópicos e possivelmente relacionadas com Coremothrips e Rhabdothrips (Mound & Marullo 1996). As espécies deste gênero possuem antena com 9 segmentos e cerdas ocelares III da cabeça e do pronoto excepcionalmente longas e franjadas no ápice. A outra espécie registrada no Brasil, C. flavus, pode ser distinguida de C. stenopterus pelo corpo e antenas amarelos.

 

Distribuição no mundo

Descrita da América Central, é também registrada no Brasil, Guiana e Suriname.

 

Distribuição no Brasil*

Pará e São Paulo.

*Dados da literatura e dos autores

 

História de vida

Vive em folhas, principalmente de mandioca (Manihot esculenta).

 

Importância econômica

Registrada danificando folhas de mandioca.

 

Referências sugeridas

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.


Publicado em: 27/12/2016
Postado por: Adriano

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