Os Tripes do Brasil
Identificação, Informações, Novidades

Erythrothrips brasiliensis

Erythrothrips brasiliensis Hood, 1952: 141.

Referência original: Hood JD (1952) Brasilian Thysanoptera III. Proceedings of the Biological Society of Washington 65: 141–174.

 

Família

Aeolothripidae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Erythrothrips_brasiliensis

 

Diagnose

Corpo uniformemente castanho-escuro; tíbia anterior mais clara; segmento antenal III amarelo no terço basal; asas anteriores longitudinalmente escurecidas na metade posterior e ao longo da veia costal, mas sem faixas transversais escuras. Cabeça de formato quadrado, olhos prolongados ventralmente; sem cerdas longas; segmento distal do palpo maxilar subdividido em diversas unidades pequenas. Antenas com 9 segmentos; III & IV com sensórios lineares, claramente mais longo no IV; sensórios sem marcas internas e não se curvando ao redor do ápice dos segmentos. Pronoto sem esculturação ou cerdas longas. Mesonoto transversalmente reticulado com dois pares de cerdas medianas. Metanoto reticulado, retículos transversais na margem posterior; cerdas medianas próximas à margem posterior do esclerito; sensilas campaniformes presentes. Asas anteriores largas, com duas fileiras de cerdas; veia costal com cerdas mas sem cílios. Tergito abdominal I sem constrição basal; tergitos com fracas linhas de esculturação; tergito X com um par de pequenas tricobótrias. Esternitos III–VII com apenas dois pares de cerdas posteromarginais; diversas cerdas discais presentes nos esternitos.

Macho desconhecido.

 

Variação intraespecífica

Sem registro.

 

Informações do gênero e espécies similares

Erythrothrips é um gênero do Novo Mundo composto por 12 espécies de tripes de tamanho grande e escuros, geralmente mímicos de formigas. São característicos por possuírem muitas cerdas discais nos esternitos abdominais e palpos maxilares e labiais com os segmentos distais subdivididos em pequenas unidades. E. brasiliensis é particularmente parecida com a espécie E. costalis, do Peru. Essa espécie pode ser distinguida da outra espécie brasileira, E. loripes, pelo formato quadrado da cabeça e pela cor do segmento antenal III, que é clara no terço basal. Uma chave para espécies de Erythrothrips é fornecida por Mound & Marullo (1993).

 

Distribuição no mundo

Registrada apenas no Brasil.

 

Distribuição no Brasil*

Santa Catarina.

*Dados da literatura e dos autores.

 

História de vida

Desconhecida.

 

Importância econômica

Sem registro.

 

Referências sugeridas

Mound LA & Marullo R (1993) The Erythrothrips complex of tropical Aeolothripidae (Thysanoptera) with a new Australian genus and a new South African species. Entomologica Scandinavica 24: 285–291.


Publicado em: 23/12/2016
Postado por: Adriano

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