Os Tripes do Brasil
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Franklinothrips vespiformis

Franklinothrips vespiformis (Crawford DL, 1909: 109).

Referência original: Crawford DL (1909) On some Thysanoptera from Mexico and the south. Pomona College Journal of Entomology 1: 109–119.

 

Família

Aeolothripidae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Franklinothrips_vespiformis

 

Diagnose

Corpo amplamente castanho-escuro, incluindo pernas e antena; fêmures amarelados no ápice; segmentos antenais I–III amarelos; segmentos abdominais II & III também amarelos, mas com margens anteriores acastanhadas; tergito X castanho-claro; asa anterior castanha com faixa transversal branca na região mediana, e com uma mancha indistinta na porção sub-apical. Cabeça mais larga que longa sem cerdas longas; recuada até a margem anterior do protórax; olhos prolongados ventralmente. Palpos maxilares com três segmentos. Antena com 9 segmentos; antenômero III excepcionalmente longo, mais de 3.0 vezes mais longo que o II; segmentos III & IV com área sensorial linear que se que se estende até o quarto basal do segmento, apresentando margens recortadas. Pronoto liso e sem cerdas longas. Metanoto sem esculturação na região mediana; cerda mediana curta e localizada próxima à margem posterior do esclerito. Asa anterior com duas fileiras completas de cerdas bastante espaçadas entre si. Tergitos abdominais com cerdas discais curtas; tergito X com um par de tricobótrias pouco desenvolvido. Esternitos III–VII com dois pares de cerdas posteromarginais, e dois pares de cerdas discais nas laterais.

 

Macho similar em coloração, mas menor e de corpo mais delgado.

 

Variação intraespecífica

Sem registro.

 

Informações do gênero e espécies similares

Franklinothrips é um gênero pantropical que inclui 16 espécies descritas. Fêmeas possuem os segmentos abdominais I & II relativamente constritos e algumas vezes brancos, produzindo assim uma aparência de formiga. Os antenômeros III & IV são excepcionalmente longos e estreitos, sendo o segmento III cerca de 10.0 vezes mais longo que largo e com área sensorial linear e sinuosa. F. vespiformisé presumidamente originada dos Neotrópicos, e difere das outras espécies registradas para o Brasil em possuir uma área branca na região sub-apical da asa anterior e tergito X castanho-claro. Mound & Reynaud (2005) fornecem uma chave para as espécies de Franklinothrips do mundo.

 

Distribuição no mundo

Amplamente distribuída, incluindo Austrália, China, EUA, Índia, Fiji, Japão, Nova Caledônia, Quênia, Tailândia, e muitos países da América do Sul e Caribe.

 

Distribuição no Brasil*

Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

*Dados da literatura e dos autores.

 

História de vida

É predadora em pequenos artrópodes, incluindo ácaros, moscas brancas e outras espécies de tripes.

 

Importância econômica

Útil no controle biológico de espécies de Scirtothrips que atacam abacateiros nos EUA.

 

Referências sugeridas

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.

Mound LA & Reynaud P (2005) Franklinothrips; a pantropical Thysanoptera genus of ant-mimicking obligate predators (Aeolothripidae). Zootaxa 864: 1–16.


Publicado em: 23/12/2016
Postado por: Adriano

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