Os Tripes do Brasil
Identificação, Informações, Novidades

Stomatothrips angustipennis

Stomatothrips angustipennis Hood, 1949: 12.

Referência original: Hood JD (1949) Brasilian Thysanoptera I. Revista de Entomologia 20: 3–88.

 

Família

Aeolothripidae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Stomatothrips_angustipennis

 

Diagnose

Fêmea bicolorida; corpo amplamente castanho-claro, mas tarsos, ápices das tíbias e fêmures mais claros; segmentos abdominais I & II também mais claros; segmentos antenais I & II castanho-claros, III & IV amarelos e cada um com um estreito anel escuro no extremo ápice; V–IX castanhos; asas anteriores bicoloridas, castanhas com faixas brancas nas regiões sub-apical e sub-basal; muitas vezes levemente mais clara na porção mediana. Cabeça mais longa que larga; olhos prolongados ventralmente; cerdas longas ausentes; palpos maxilares e labiais com segmento distal subdividido. Antena com 9 segmentos; segmentos III & IV com área sensorial linear que se curva no ápice e estende-se até a base do segmento, com marcas internas. Pronoto liso e sem cerdas longas. Mesonoto com estrias transversais com dois pares de cerdas longas localizadas na região mediana. Metanoto com esculturação transversal na metade anterior, levemente reticulada posteriormente; cerda mediana localizada na metade posterior do esclerito. Asa anterior mais larga no ápice que na base; com duas fileiras completas de cerdas; região costal com cerdas, mas sem cílios. Tergito abdominal I constrito na base, tergitos sem esculturação na região mediana; cerdas discais pequenas; tergito X com um par de tricobótrias pouco desenvolvido. Esternitos III–VII com três pares de cerdas posteromarginais; cerdas discais formando uma fileira transversal.

 

Macho menor e de corpo mais delgado; antenômero IV castanho ao invés de amarelo; tergito abdominal I mais longo que largo e com duas cristas longitudinais na metade posterior do esclerito; tergito X com tricobótria fracamente desenvolvido.

 

Variação intraespecífica

Fêmeas ápteras e de asas curtas têm sido estudadas no sul do Brasil.

 

Informações do gênero e espécies similares

Stomatothrips é um gênero do Novo Mundo que compreende oito espécies, a metade delas descrita da América Central e do Sul. Todas são mímicas de formigas e associadas a gramíneas, e são características em apresentar o segmento distal os palpos labiais e maxilares subdividido em muitas partes. S. angustipennis é semelhante à outra espécie brasileira, S. rotundus, mas as fêmeas podem ser distinguidas pela coloração do antenômero IV e pela esculturação do metanoto.

 

Distribuição no mundo

Registrada apenas para o Brasil.

 

Distribuição no Brasil*

Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

*Dados da literatura e dos autores.

 

História de vida

Vive na base de gramíneas e provavelmente seja predadora em pequenos artrópodes.

 

Importância econômica

Sem registros, mas possivelmente predadora em ácaros e outras espécies de tripes consideradas pragas agrícolas.

 

Referências sugeridas

Hood JD (1949) Brasilian Thysanoptera I. Revista de Entomologia 20: 3–88.

Bailey SF (1952) A review of the genus Stomatothrips Hood. Pan-Pacific Entomologist 28: 154–162.


Publicado em: 23/12/2016
Postado por: Adriano

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