Os Tripes do Brasil
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Paraleucothrips minusculus

Paraleucothrips minusculus Johansen, 1983: 93. 

Referência original: Johansen RM (1983) Nuevas trips (Insecta: Thysanoptera; Terebrantia, Thripidae, Thripinae) de La Sierra Madre Oriental y del eje Volcanico Transversal de Mexico. Anales del Instituto de Biologia. Universidad Nacional de Mexico 53: 91–132.

 

Família

Thripidae, Thripinae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Paraleucothrips_minusculus

 

Diagnose

Corpo branco, incluindo as pernas; segmentos antenais I–II brancos; III levemente escurecido; IV–V castanhos na metade distal; VI–VIII castanhos; asas anteriores claras. Cabeça com dois pares de cerdas ocelares, par III entre as margens posteriores dos ocelos posteriores. Antenas com 8 segmentos, III & IV com cones sensoriais bifurcados. Pronoto sem esculturação e com dois pares de cerdas posteroangulares longas; cerdas anteroangulares e anteromarginais não desenvolvidas. Espínula mesotorácica curta; espínula metatorácica ausente. Metanoto com linhas irregulares de reticulação posteromedialmente; sensilas campaniformes ausentes; dois pares de cerdas, par mediano curto e localizado atrás da margem anterior. Tarsos com dois segmentos. Asas anteriores com primeira e segunda fileiras de cerdas incompletas. Tergitos abdominais com um craspeda pouco desenvolvido, incluindo na margem posterior do VIII; VI–VIII com duas fileiras de microtríquias lateralmente parecidas com ctenídias, no tergito VIII anteriores ao espiráculo. Esternitos sem cerdas discais, mas com craspeda lobado; três pares de cerdas posteromarginais. Ambos os sexos macrópteros.

 

Machos sem placas porosas nos esternitos abdominais; esternito IX com numerosas cerdas longas.

 

Variação intraespecífica

Espécimes estudados do Brasil são considerados aqui como pertencentes a esta espécie. Entretanto, indivíduos brasileiros diferem dos espécimes da descrição original (México) por possuírem um cone bucal mais curto (não se estendendo até a margem posterior do pronoto), e por possuírem reticulações longitudinais no metanoto. Além disso, não há uma porção mais escura na região mediana das asas anteriores.

 

Informações do gênero e espécies similares

Paraleucothrips inclui apenas essa espécie, que apresenta tamanho diminuto e cor esbranquiçada. Foi descrita como relacionada à Dendrothripinae, mas estudos posteriores confirmaram que a metafurca é simples e apresenta braços curtos, diferentemente de espécies de Leucothrips, e esses táxons não são relacionados (Mound & Marullo 1996).

 

Distribuição no mundo

Descrita do México, é também registrada para o Brasil e Costa Rica. 

 

Distribuição no Brasil*

Rio Grande do Sul.

*Dados da literatura e dos autores.

 

História de vida

Possivelmente vive em folhas. Foi estudada em Lantana camara (Verbenaceae) no sul do Brasil.

 

Importância econômica

Sem registro.

 

Referências sugeridas

Cavalleri A, Romanowski HP & Redaelli L (2006) Thrips species (Insecta: Thysanoptera) inhabiting plants of the Parque Estadual de Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul state, Brazil. Revista Brasileira de Zoologia 23(2): 367–374.

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488. 


Publicado em: 29/12/2016
Postado por: Adriano

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